
O VEM ( Voluntariado Em Matosinhos) é um projecto organizado pela Câmara Municipal de Matosinhos (CMM) e visa uma participação mais activa dos cidadãos em projectos de solidariedade social. Uma vez que o voluntariado é muito importante na autarquia e ao mesmo tempo pouco vísivel, criou-se um projecto onde todos os interessados em voluntariado se possam inscrever.
O voluntariado pode ser feito em várias instituições, tais como o ALADI ( Associação Lavrense de Apoio ao Diminuido Intelectual), a Obra do Padre Grilo, o Centro de
Convívio da 3ª idade de Santa Cruz do Bispo, a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Leça do Balio, a Associação A Casa do Caminho, entre outros.
Maria José Rodrigues, chefe da Divisão da Juventude e Voluntariado, afirma que há um investimento por parte da Câmara em angariar voluntários para qualquer área de intervenção, desde a educação, turismo, juventude, cultura, desporto, ambiente. Refere ainda que o objectivo do programa não é apenas aumentar o voluntariado social, mas sim estendê-lo a vários campos.
Será que o projecto VEM irá conseguir minorar os problemas sociais do concelho? Confrontada com esta questão responde: “Uma vez que o projecto emergiu através de uma avaliação de necessidades das instituições parceiras face ao voluntariado, considera-se que um dos objectivos do projecto é, de facto, reduzir os problemas das instituições, quer sociais ou de outro âmbito.” A autarquia, acrescenta a responsável, “proporciona formação aos voluntários, bem como às instituições parceiras, no sentido de se rentabilizar este recurso como uma mais valia para todas as partes envolvidas.”
Segundo o site da CMM, pretende-se que os voluntários tenham um perfil adequado e disponibilidade. Os requisitos mínimos pedidos são ter mais de 16 anos e a escolaridade mínima obrigatória e respeitar os princípios deontológicos do voluntariado.
O site da Câmara disponibiliza um formulário online onde todos os interessados se podem inscrever. O voluntário tem oportunidade de escolher a área que mais se adapta ao seu perfil e de explicar as razões pelas quais gostaria de fazer voluntariado.
Para ser voluntário é necessário ter características como a motivação, a disponibilidade, o gosto pela ajuda ao próximo, o espírito de equipa, entre outras. Tem também como responsabilidades principais: ter atenção às necessidades de todos, ser realista, representar a instituição e os seus ideiais e ter uma atitude positiva.
Este projecto tem sido bem sucedido. Maria José Rodrigues diz que há bastantes inscrições, tanto de voluntários, como de instituições. “ Até ao momento temos cerca de 100 voluntários inscritos e 60 instituições parceiras”, acrescenta. Não há data de término para as inscrições dos voluntários, “ já que as necessidades das instituições são cíclicas e recorrentes.” A chefe da Divisão da Juventude e Voluntariado reitera também o papel da Câmara neste processo: “ a Câmara Municipal assume o papel de entidade organizadora das práticas de voluntariado junto das instituições que aderiram ao projecto e dos voluntários inscritos, sendo responsável pela avaliação, monitorização, formação e emparelhamento entre voluntários e instituições.”
O voluntariado pode ser feito em várias instituições, tais como o ALADI ( Associação Lavrense de Apoio ao Diminuido Intelectual), a Obra do Padre Grilo, o Centro de
Convívio da 3ª idade de Santa Cruz do Bispo, a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Leça do Balio, a Associação A Casa do Caminho, entre outros.
Maria José Rodrigues, chefe da Divisão da Juventude e Voluntariado, afirma que há um investimento por parte da Câmara em angariar voluntários para qualquer área de intervenção, desde a educação, turismo, juventude, cultura, desporto, ambiente. Refere ainda que o objectivo do programa não é apenas aumentar o voluntariado social, mas sim estendê-lo a vários campos.
Será que o projecto VEM irá conseguir minorar os problemas sociais do concelho? Confrontada com esta questão responde: “Uma vez que o projecto emergiu através de uma avaliação de necessidades das instituições parceiras face ao voluntariado, considera-se que um dos objectivos do projecto é, de facto, reduzir os problemas das instituições, quer sociais ou de outro âmbito.” A autarquia, acrescenta a responsável, “proporciona formação aos voluntários, bem como às instituições parceiras, no sentido de se rentabilizar este recurso como uma mais valia para todas as partes envolvidas.”
Segundo o site da CMM, pretende-se que os voluntários tenham um perfil adequado e disponibilidade. Os requisitos mínimos pedidos são ter mais de 16 anos e a escolaridade mínima obrigatória e respeitar os princípios deontológicos do voluntariado.
O site da Câmara disponibiliza um formulário online onde todos os interessados se podem inscrever. O voluntário tem oportunidade de escolher a área que mais se adapta ao seu perfil e de explicar as razões pelas quais gostaria de fazer voluntariado.
Para ser voluntário é necessário ter características como a motivação, a disponibilidade, o gosto pela ajuda ao próximo, o espírito de equipa, entre outras. Tem também como responsabilidades principais: ter atenção às necessidades de todos, ser realista, representar a instituição e os seus ideiais e ter uma atitude positiva.
Este projecto tem sido bem sucedido. Maria José Rodrigues diz que há bastantes inscrições, tanto de voluntários, como de instituições. “ Até ao momento temos cerca de 100 voluntários inscritos e 60 instituições parceiras”, acrescenta. Não há data de término para as inscrições dos voluntários, “ já que as necessidades das instituições são cíclicas e recorrentes.” A chefe da Divisão da Juventude e Voluntariado reitera também o papel da Câmara neste processo: “ a Câmara Municipal assume o papel de entidade organizadora das práticas de voluntariado junto das instituições que aderiram ao projecto e dos voluntários inscritos, sendo responsável pela avaliação, monitorização, formação e emparelhamento entre voluntários e instituições.”

